SpaceX lançará ‘Transporter 3’ esta semana

Falcon 9 colocará em órbita satélites de governos e empresas privadas

Foguete B1058.10 na plataforma SLC-40 em Cabo Canaveral

Um foguete Falcon 9 (número B1058.10) está programado para decolar não antes de 15: 25 UTC, 12:25 de Brasília na quinta-feira, 13 de janeiro de 2022, a partir da plataforma SLC-40 em Cabo Canaveral, Flórida. A missão, que colocará dezenas (o número chega a 105) de pequenos satélites em órbita, é chamada Transporter-3 será o terceiro lançamento de um Falcon 9 dedicado ao programa Smallsat Rideshare da SpaceX, que oferece o que é provavelmente a passagem mais acessível para a orbita terrestre. “Rideshare” é a ‘carona compartilhada’, onde vários satélites podem ser lançados por um mesmo foguete. O Transporter-3 marcará o primeiro ‘pouso terrestre’ da SpaceX de um ‘core’ de primeiro estágio de seu foguete em mais de seis meses e seu primeiro lançamento polar em 2022.

A órbita inicial será uma síncrona, a 550 km de altitude e inclinada em 97 graus em relação ao equador terrestre. O ‘core’ de primeiro estágio B1058 foi utilizado anteriormente nos lançamentos dos Crew Demo-2, ANASIS-II, CRS-21, Transporter-1 e cinco missões de satélites Starlink.

Entre as cargas a bordo estará o picossatélite brasileiro Pion BR-1, numa iniciativa de uma startup em parceria com empresas e instituições públicas.

Sob a carenagem de cabeça do foguete estão oa 105 satélites (entre cubesats, microsats, pocketqubes e o próprio veículo de transferência orbital Sherpa).

Áreas de zona de exclusão – Launch Hazard Areas (LHAs) a partir da SLC-40 para 13 de janeiro às 15:25 UTC, com datas alternativas em  14-17 de janeiro; Aterrissagem do ‘core’ de primeiro estágio na zona de aterrisagem LZ1. Área de queda (em vermelha) em caso de falha de separação de segundo estágio. Recuperação das conchas de carenagem ao norte de Cuba, a cerca de 606km na trilha de lançamento. O foguete deverá fazer uma manobra de mudança de azimute para atingir a inclinação desejada da órbita. 
Reentrada do segundo estágio no Oceano Índico.
Emblema da Transporter-3

Os satélites a serem lançados nesta missão são

Os Planet SuperDoves – 44 unidades
Flock 4x, cubesats tamanho 3U

  • Pela EXOLAUNCH
    – Em ejetores Fossa PocketPOD deployer (ejetor)
    CShark Pilot-1
    WISeSAT-1,2
    Fossasat-2E picossat (3 unidades)

-Alba Orbital Cluster 3 e 4 (16 unidades)
MDQube-SAT1 (2p)
Pion BR1, picossatélite brasileiro de tamanho 1p
SATTLA-2 (2p)
SanoSat-1 (pela Orion, do Nepal)
DelfiPQ (3p)
Carnegie Mellon (1p)
Hades (1,5p)
EAsat-2 (1,5p)
Grizu-263a (1p)
Unicorn 1 (2p)
Unicorn 2A, 2D, 2E (três do formato 3p)
EnduroSat 6U XL Cubesat Platform (dois)

Challenger (3P) PocketQube da Intuidex / Quub

No dispensador-satélite independente D-Orbit ION SCV-004 “Elysian Eleonora”:
Stork 1 e Stork 2
Guardian (6U)
LabSat (3U)
SW1FT (3U)

VZLUSAT-2, da República Checa

Montados no Shepa LTC-1:
Umbra-02
Capella 7 e 8
Kepler KEP-16 a 19

Pela ISIlaunch:
Sitch-2-1 da Ucrânia
TechEdSat-15
ICEYE-US
ELaNa-40 para a NASA (dois satélites, um deles o LLITED (Low-Latitude Ionosphere/Thermosphere Enhancements in Density)
CZE-BD
HYPSO-1 da NTNU
Kleos KSF 2A a 2D
SpireOroraSat 6U
ETV-A1
URESAT-1
WVSAT

  • Nanoracks
    Mars Outpost Tech Demo (uma plataforma de teste de tecnologia, de 111 kg, não separável – vai permanecer acoplada ao rebocador espacial Sherpa)
Gráfico com informações do lançamento, especificamente sobre o rebocador Sherpa

Lista de satélites de acordo com os TLEs divulgados pelo Celestrack (O número total deve ser de 98 cargas úteis. Alguns TLEs podem significar mais de um satélite, seja cubesat ou pocketcube. O ION SCV-004 deve ejetar seis satélites.)

UNICORN-2E
DELFI-PQ/EASAT-2/HADES
UNICORN-2D/SATLLA-2A/GRI
UNICORN-1/UNICORN-2A
PION-BR1/MDQUBESAT-1/SAT
ETV-A1
HYPSO-1
GOSSAMER-PICCOLOMINI
DEWA-SAT-1
NUX-1
BRO-5
CHALLENGER/SANOSAT-1
FOSSASAT-2E5/FOSSASAT-2E
FOSSASAT-2E2/FOSSASAT-2E
FOSSASAT-2E1/FOSSASAT-2E
FLOCK-4X-11
FLOCK-4X-23
FLOCK-4X-32
LEMUR2-D
KEPLER-17
LEMUR2-E
FLOCK-4X-39
LEMUR2-C
FLOCK-4X-42
FLOCK-4X-9
FLOCK-4X-41
FLOCK-4X-14
TEVEL-4/TEVEL-5
FLOCK-4X-10
TEVEL-1/TEVEL-2/TEVEL-3
FLOCK-4X-35
FLOCK-4X-15
FLOCK-4X-40
FLOCK-4X-12
FLOCK-4X-13
FLOCK-4X-33
FLOCK-4X-16
FLOCK-4X-34
FLOCK-4X-36
KEPLER-19
FLOCK-4X-44
MDASAT-1A
FLOCK-4X-37
IRIS-A
FLOCK-4X-38
KEPLER-18
KEPLER-16
LEMUR2-A
FLOCK-4X-43
LEMUR2-B
FLOCK-4X-29
MDASAT-1B
FLOCK-4X-30
MDASAT-1C
TEVEL-6/TEVEL-7/TEVEL-8
FLOCK-4X-2
FLOCK-4X-31
FLOCK-4X-3
FLOCK-4X-24
FLOCK-4X-1
FLOCK-4X-17
FLOCK-4X-5
FLOCK-4X-19
FLOCK-4X-20
FLOCK-4X-4
FLOCK-4X-27
FLOCK-4X-26
FLOCK-4X-6
FLOCK-4X-18
FLOCK-4X-7
FLOCK-4X-8
FLOCK-4X-28
FLOCK-4X-21
FLOCK-4X-22
FLOCK-4X-25
ICEYE-X14
ICEYE-X16
UMBRA-02
SICH2-1
CAPELLA-8-WHITNEY
ION-SCV-004
CAPELLA-7-WHITNEY

DEWA-SAT-1 dos Emirados Árabes
NUX-1 (cubesat 3U, NUSPACE)
TEVEL-1/TEVEL-2/TEVEL-3 (3 cubesats 1U , de escolas de Israel)
TEVEL-4/TEVEL-5 (dois cubesats 1U )
TEVEL-6/TEVEL-7/TEVEL-8 (três cubesats 1U)
BRO-5 (cubesat 6U, da UnseenLabs)
MDASat-1a e 1B (dois cubesat 2U, “Maritime Domain Awareness Satellite” da South African National Space Agency SANSA)
IRIS-A (cubesat 2U, da National Cheng Kung University)

CRONOLOGIA DA MISSÃO

Eventos do lançamento – conforme divulgado pela SpaceX
Todos os tempos são aproximados

00:01:12 Max Q (momento máximo de estresse mecânico no foguete)
00:02:15 Corte do motor principal do 1º estágio (MECO)
00:02:19 Separação de 1º e 2º estágios
00:02:26 Ignição do motor do 2º estágio
00:02:32 A queima de desaceleração – boostback – é iniciada
00:03:47 Descarte de carenagem
00:06:36 Começa a queima de reentrada do 1º estágio
00:08:26 Corte do motor do 2º estágio (SECO)
00:08:27 Pouso do ‘core’ de primeiro estágio
00:55:22 Reignição do motor do 2º estágio
00:55:24 Corte do motor do 2º estágio (SECO-2)
00:59:38 O UNICORN-2E é ejetado a partir do EXOport 6
00:59:51 DELFI-PQ, EASAT-2 e HADES são ejetados a partir do EXOport 6
01:00:25 UNICORN-2D, STALLA-2A e GRIZU-263A são ejetados a partir do EXOport 6
01:02:10 UNICORN-1 e UNICORN-2A são ejetados a partir do EXOport 6
01:02:49 PION-BR1, MDQUBESAT-1, SATLLA-2B e UNICORN-2TA1 são ejetados a partir do EXOport 6
01:02:55 ETV-A1 é liberado a partir do EXOport 6
01:03:04 HYPSO-1 é liberado a partir do EXOport 6
01:03:16 Gossamer Piccolomini é ejetado a partir do EXOport 6
01:03:28 DEWA-SAT 1 é ejetado a partir do EXOport 6
01:03:47 NuX-1 é liberado a partir do EXOport 6
01:04:15 BRO-5 é liberado a partir do EXOport 6
01:05:36 Challenger e SANOSAT-1 são ejetados do EXOport 6
01:05:48 FOSSASAT-2E5 e FOSSASAT-2E6 são liberados a partir do EXOport 6
01:06:01 FOSSASAT-2E2, WISESAT-2, FOSSASAT-2E3 e PILOT-1 são ejetados a partir do EXOport 6
01:06:27 FOSSASAT-2E1, WISESAT-1, FOSSASAT-2E4 e LAIKA são ejetados a partir do EXOport 6
01:06:32 Primeiro SuperDove é liberado
01:06:51 Primeiros lançamentos de LEMUR-2´s
01:07:13 KEPLER-17 é ejetado
01:07:19 Segunda liberação de LEMUR-2´s
01:07:31 Ororatech é ejetado
01:08:09 Tevel-4 e Tevel-5 são ejetados
01:08:35 Tevel-1, Tevel-2 e Tevel-3 são liberados
01:10:27 KEPLER-19 é liberado
01:11:01 Liberação do MDASat-1a
01:11:13 IRIS-A é ejetado
01:11:25 KEPLER-18 é ejetado
01:11:39 KEPLER-16 é ejetado
01:12:03 LEMUR-2-DJIRANG é ejetado
01:12:28 LEMUR-2-MIRIWARI é liberado
01:12:44 Ejeção do MDASat-1b
01:12:58 Ejeção do MDASat-1c
01:13:27 Tevel-6, Tevel-7 e Tevel-8 são liberados
01:21:07 Liberação do último SuperDove
01:21:30 Primeiro satélite ICEYE é ejetado a partir do EXOport 6
01:22:08 Segundo ICEYE é ejetado do EXOport 7
01:22:20 Umbra-02 é liberado
01:23:02 Satélite ucraniano Sich é ejetado
01:23:31 Satélite não identificado de cliente da Spaceflight é ejetado
01:24:30 Satélite-dispensador ION SCV-004 “Elysian Eleonora” é ejetado
01:27:04 Satélite não identificado de cliente da Spaceflight é liberado

Etapas do lançamento a partir da decolagem (T zero)

O picossatélite brasileiro Pion-BR1

O Pion-BR1, um pequeno picossatélite [*] de 125 cm³, foi desenvolvido em sete meses pelos fundadores da Pion Labs, Calvin Trubiene, Bruno Pinto Costa, Gabriel Yamato e João Pedro Vilas Boas. As transmissões via rádio em 30 kHz e 4 GHz estarão disponíveis aos associados da entidade de radioamadores AMSAT-BR. Em órbita, o aparelho vai atuar para o monitoramento de sustentabilidade e segurança, como muitos players do agronegócio e da preservação da Amazônia. A montagem do satélite foi feita em um laboratório em São Caetano do Sul (SP). O nome PION é uma homenagem ao físico brasileiro César Lattes, que trabalhou na descoberta da partícula subatômica denominada pion.

Pion-BR1 em configuração orbital

Segundo a PION, o pequeno satélite é “… uma missão radioamadora aliada à educação com o objetivo de promover o acesso às tecnologias espaciais e a interação entre estudantes e a comunidade de radioamadores. A missão principal do satélite será um experimento digital de armazenamento e envio de mensagens usando o protocolo NGHam. Para apoiar as atividades em sala de aula e STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), a missão PION-BR1 também:

(1) Avaliará a atitude de um pocketqube em um ambiente espacial;
(2) Avaliará a temperatura interna e externa do satélite;
(3) Realizará a coleta de dados de um experimento de magnetorquer (*) desenvolvido no Brasil.”

(*) Magnetorquers (também conhecidos como torques magnéticos ou barras de torque) são usados ​​em pequenos satélites para prover controle de atitude – mantendo a orientação em relação a um quadro inercial. Magnetorqueres produzem um campo magnético ao redor do satélite que interage com o campo magnético da Terra, produzindo assim um torque no satélite. Desta forma, o seu momento angular pode ser alterado e controlado. O mecanismo de torque magnético é atraente como modo de controle em pequenos satélites. O princípio de atuação é utilizar a interação entre o campo magnético terrestre e o campo magnético gerado por uma bobina fixada no satélite. Este princípio de controle é inerentemente não-linear e difícil de usar porque os torques de controle só podem ser gerados perpendicularmente ao vetor do campo geomagnético.

“Os estudantes de todo o Brasil participantes das atividades derivadas da missão serão incentivados a adquirir seus certificados de radioamador ao longo da vida da missão. A PION acredita que o satélite PION-BR1 irá despertar o interesse de jovens estudantes do Brasil pelas áreas STEM.”

“O serviço radioamador será utilizado como ferramenta de ensino para os estudantes participantes do programa OBSAT, programa coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil (MCTI), com o objetivo de promover experiências para alunos em projetos de pequenos satélites e, assim, divulgando o cultura aeroespacial para alunos e professores de instituições de ensino médio e universidades.”

O satélite teve seu projeto realizado em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a Olimpíada Brasileira de Satélites (OBSAT/MCTI), a Latin American Space Challenge (LASC), a AMSAT-BR e a Liga Brasileira de Radioamadores (LABRE).

Cubesat VZLUSAT-2
Umbra

Equipe dos SuperDoves

Oresat0 (‘zero’)
SPIN-01

LLITED

ETV-A1
SanoSat-1

Oportunidades baratas de lançamento

Rebocador (OTV – orbital transfer vehicle, veículo de transferência orbital) Sherpa-LTC

Os clientes em potencial que compram a oportunidade de lançamento diretamente por meio da SpaceX podem atualmente pagar apenas US $ 1 milhão para lançar até 200 kg em órbita terrestre baixa sincronizada com o Sol. Enquanto as cargas úteis de compartilhamento de viagens perdem os benefícios do atendimento prático ao cliente e de uma inserção orbital mais direta e personalizada oferecida por um lançamento dedicado, os pequenos foguetes que oferecem serviços de lançamento direto para pequenos satélites são extremamente caros. Existem apenas dois foguetes de pequeno porte relativamente acessíveis ativos hoje.

O foguete Electron da Rocket Lab é o mais disponível e é capaz de lançar 200 quilogramas a 500 quilômetros em órbita sincronizada com o Sol (SSO) por cerca de $ 7,5 milhões – $ 37.500 / kg se totalmente explorado. Embora tenha completado apenas dois lançamentos bem-sucedidos, o foguete LauncherOne da Virgin Orbit lançado no ar é capaz de colocar 300 kg na mesma órbita por $ 12 milhões ($ 40.000 por kg). Uma vez operacional, o Rocket 3.0 da Astra custará pelo menos US $ 2,5 milhões para lançar 150 kg na SSO – talvez o mais acessível para pequenos lançamentos dedicados. Outros foguetes como o japonês Epsilon e o VEGA da Arianespace costumam oferecer serviços de transporte compartilhado, mas ambos custam pouco menos de US $ 40 milhões cada um e podem colocar apenas 1 a 2 toneladas em órbita com as mesmas desvantagens de um foguete Falcon compartilhado .

O motivo pelo qual o programa Smallsat Rideshare da SpaceX ser tão bem-sucedido é que em apenas dois lançamentos do Transporter, a empresa colocou quase 220 pequenos satélites em órbita para dezenas de clientes diferentes – incluindo startups, universidades, agências espaciais, grupos de estudantes, equipes científicas e outras. O Transporter-3 não será diferente e poderá transportar 80 a 90 pequenos satélites para a órbita, incluindo 44 satelites de observação da Terra SuperDove para a Planetlabs. Isso não leva em conta a possibilidade de que a SpaceX – como fez em ambas as missões anteriores do Transporter – incluisse vários satélites Starlink para aproveitar ao máximo o desempenho do Falcon 9.

Mais três Falcon 9 – incluindo um a ser lançado não antes de 24 de janeiro – estão programados para decolar antes do final do mês. Exceto por atrasos no cronograma, o Transporter-3 também pode ser o primeiro de até quatro lançamentos exclusivos de rideshare pela SpaceX neste ano.

[*] – Na classificação de massa e em termos estritos, um nanossatélite (ou nanosat) é qualquer satélite com massa de 1 kg a 10 kg. Nesta base de dados, “nanosatélite” abrange todos os CubeSats , PocketQubes , TubeSats , SunCubes , ThinSats e picossatélites não-padronizados, salvo indicação em contrário.

Todos fazem parte da mesma revolução dos pequenos CubeSats e são fruto do desenvolvimento da tecnologia eletrônica moderna em termos de miniaturização de componentes. A classificação pela massa , porém, não é restrita a números exatos: Um CubeSat tamanho 1U pode ter 0,8 kg, mas também de 1,3 kg. Um 6U pode ser inferior ou superior a 10 kg. A maioria das massas desses pequenos aparelhos não são públicas.

O limite superior é de 10 kg para tipos não padronizados de nanosats e CubeSat tamanho 27U (de 30 a 40 kg). O limite inferior é o “1p”, os “PocketQubes” e demais picossatélites personalizados acima de 100 g, e os “SunCubes” que podem ser inferiores a 100 gramas.

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