Japão lança o Epsilon F5

Foguete de 91 toneladas coloca vários satélites em órbita

Epsilon decola de Uchinoura

O lançamento do foguete Epsilon F5 foi feito com sucesso às 09:55:16, de 9 de novembro de 2021, hora do Japão (00:55:16 UTC ou 21:55:16 de 8 de novembro em Brasília) transportando varios satélites nacionais e estrangeiros, anunciou a agencia espacial japonesa JAXA. O foguete de 95,7 toneladas e 26 metros de comprimento decolou da mesa de lançamento do “M Center” de Uchinoura – em Kimotsuki, circunscrição de Kagoshima. O lançamento já havia sido adiado duas vezes nas últimas semanas, devido a um problema no circuito de solo do Complexo M.

Epsilon (Ipushiron roketto, foguete-E)

A bordo estavam o satélite “principal” RAiSE-2 e mais oito pequenos satélites “acompanhantes” (quatro microssatélites e quatro cubesats), em um projeto conjunto de “carona compartilhada” ao ‘estilo japonês’ de entidades governamentais e comerciais japonesas e vietnamitas – Innovative Satellite Technology Demonstrator-2 (ISAT-2).

Os satélites devem ser colocados em órbitas quase circulares com os seguintes parâmetros: perigeu de 571 km, apogeu de pouco mais de 571 km, inclinação de 97,6 ° para os satélites RAISE-2 , TeikyoSat-4 e ASTERISC; e após duas manobras do estágio superior PBS, os seguintes parâmetros: perigeu de 574 km, apogeu de pouco mais de 574 km, inclinada em 97,6 ° para os DRUMS HIBARI, Z-Sat, ARICA, NanoDragon e KOSEN-1.

Os satélites são, em primeiro lugar, o demonstrador de carga útil inovadora RApid SatellitE-2 (RApid Innovative payload demonstration SatellitE-2, RAISE-2) “Unidade de demonstração de tecnologia de satélite inovadora 2”; E os ASTERISC, ARICA, DRUMS, Hibari, KOSEN-1, NANODRAGON, TeikyoSat-4 e Z-Sat.

Cargas úteis no adaptador

Sequência de lançamento

Fase de voo de primeiro estágio
Separação da coifa de cabeça
Fase de voo de segundo estágio
Estabilização por rotação (‘spin’)
Fase de voo de terceiro estágio
Separação do terceiro estágio com o PBS cancelando o giro
Fase de voo do estágio superior PBS – ignições e desativações sucessivas
Adaptador integrado ao PBS com os suportes e dispensadores de cargas úteis
Adaptador integrado ao PBS com os suportes e dispensadores de cargas úteis
Cargas úteis
Cargas úteis
Ejeção do satélite RAISE-2

Os satélites-acompanhantes:

Microssatélites:
HIBARI do Instituto de Tecnologia de Tóquio
Z-Sat da Mitsubishi Heavy Industries, Ltd./
DRUMS da Kawasaki Heavy Industries, Ltd./
Teikyo Sat-4 da Teikyo College /

‘Cubesats’:
ASTERISC do Instituto de Tecnologia de Chiba
ARICA da Universidade Aoyama Gakuin
Advanced OBC NanoDragon da Meisei Electric Co., Ltd.
KOSEN-1 da Kochi National College of Technology

Ordem de liberação dos satélites

1.RAISE-2
2.TeikyoSat-4
3.ASTERISC
4,Z-Sat
5.DRUMS
6.HIBARI
7.ARICA
8.KOSEN-1
9.NanoDragon

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Crew Dragon no caminho para casa

Cápsula C206 fará amerrissagem próxima a Pensacola

Nave espacial em sua configuração enquanto espera em órbita pelas etapas de correção orbital para a separação do tronco e posterior reentrada

A nave Crew Dragon C206 Endeavour com os astronautas da NASA Shane Kimbrough e Megan McArthur, o astronauta JAXA Akihiko Hoshide, e Thomas Pesquet da ESA , desencaixou-se da porta IDA-3 NDS ‘zenite’ do módulo Harmony da Estação Espacial Internacional às 14h05 EST para completar sua missão de seis meses. A Endeavour realizou uma série de ignições de seus motores Draco para uma manobra de “voo ao redor” para fotografar o exterior da estação. Assim que a manobra foi concluída, uma ‘queima’ de motores adicional enviou a espaçonave para longe da vizinhança (uma esfera achatada imaginária) da estação e colocou a espaçonave em uma rota orbital que retornará a tripulação em segurança para a amerrissagem pretendido ao largo da costa de Pensacola, Flórida. A tripulação da Endeavour executará de forma autônoma as ‘queimas’ de partida com seus motores Draco para iniciar o “vôo de volta para casa”.

Linha do tempo de retorno com horários aproximados em hora EST (duas horas atrasada em relação à hora de Brasília):
14h32 Voar ao zênite da ISS para queima ‘de ré’
14h54 Voar à traseira para queima no ‘nadir’
15:17 Voar ao nadir para queima ‘à frente’
15h39 Voar para ‘à frente’ até o ‘zênite’
16h02 16h00 ignição de afastamento 0 (ignição “zero”)
16h07 ignição de afastamento 1
04:55 pm ignição de afastamento (ajuste orbital) 2
17:41 pm ignição de afastamento (ajuste orbital) 3
21:34 pm Descarte do tronco, “trunk”, (seção com paineis solares e radiadores)
Antes da reentrada, a Dragon descarta seu tronco para reduzir a massa para economizar propelente para a queima de saída de órbita.
21:39 Queima de saída de órbita iniciada
A espaçonave, então, reentra na atmosfera da Terra e detona seus dois paraquedas de estabilização e frenagem “drogues” e depois estes puxam os quatro paraquedas principais em preparação para o pouso na água.
E às 22h33 EST – 00:33 Brasilia – amerrissagem da Crew Dragon com resgate pelo navio Go Navigator da SpaceX.

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Crew Dragon ‘Crew-2’ separa-se da ISS

Astronautas fazem inspeção da estação antes de retornar à Terra

Espaçonave se afasta da estação

A nave espacial Crew Dragon C206 Endeavour separou-se da estação espacial internacional por volta das 19:05 UTC (16:05 Brasilia), para iniciar a viagem de volta à Terra de sua tripulação após uma missão de 199 dias. Os astronautas Shane Kimbrough, Megan McArthur, Thomas Pesquet e Akihiko Hoshide devem amerrissar na madrugada de hoje na costa da Flórida, pousando de paraquedas e sendo resgatados por um navio da SpaceX. A nave estava acoplada ao IDA-3 / PMA-3, o compartimento de acoplagem instalado no ‘teto’ do módulo Harmony do segmento americano da estação.

Astronauta Thomas Pesquet junto à escotilha frontal para fazer a documentação fotografica da estação; em primeiro plano o comandante Kimbrough e McArthur nos assento centrais

A tripulação da Crew-2 (também chamada “USCV-2”) aproveitou para fazer um voo de circunavegação da estação, para documentação fotográfica, feita tanto pelas câmaras do sistema de aproximação DragonEye quanto pelo astronauta francês Pesquet, este com uma câmera portátil.

Estação vista da nave em afastamento

Assim que a circunavegação for concluída, a espaçonave segue para uma série de manobras de mudança de órbita visando ajustar sua trajetória visando o ponto de amerrissagem em uma das sete zonas no Oceano Atlântico ou Golfo do México, na costa da Flórida.

As equipes da NASA e da SpaceX determinarão o locais primário e o alternativo de amerrissagem entre os sete possíveis levando em consideração o clima, as condições de resgate e as operações de recuperação. Marcos de decisão adicionais estavam previstos antes do desencaixe, durante o vôo livre e antes que a nave execute a queima de saída de órbita. A NASA e SpaceX coordenam com a Guarda Costeira dos EUA para estabelecer a zona de segurança em torno do local de amerrissagem.

Trajetória de retorno e amerrissagem

A cobertura da Crew-2 prossegue com a transmissão na noite de segunda para terça, às 10:33 pm EST do dia 8, (00:33 de Brasilia), já na terça-feira, dia 9, com a amerrissagem.

O Homem do Espaço transmitirá a amerrissagem no Youtube

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NASA: Missão Crew-2 pousa hoje à noite

Compartimento de acoplamento ao qual está acoplada a C206 Endeavour

A missão Crew-2 da NASA, feita pela SpaceX, tem como objetivo um retorno à Terra não antes das 10:33 pm EST (00:33 de Brasilia, dia 9) segunda-feira, 8 de novembro, com uma amerrissagem na costa da Flórida. A espaçonave Crew Dragon C206, ou “Endeavour”, está programada para desacoplar da Estação Espacial Internacional às 14h05 de segunda-feira, 8 de novembro, para iniciar a jornada de volta para casa. As equipes da missão decidiram para adiar depois do dia 7 de novembro, domingo, após uma revisão do tempo planejada mostrando ventos fortes desfavoráveis ​​para a recuperação perto da zona de amerrissagem no Golfo do México. A NASA fará a cobertura da missão na NASA Television, no aplicativo da NASA e no site da agência. Os astronautas da NASA Shane Kimbrough e Megan McArthur, o astronauta Aki Hoshide da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão e Thomas Pesquet da Agência Espacial Européia completarão 199 dias no espaço na conclusão de sua missão. A espaçonave retornará à Terra com cerca de 265 kg de equipamentos e resultados de investigações científicas.

A C206.2 Endeavour irá desacoplar de forma autônoma e realizar uma manobra circular para fotografar o exterior da Estação Espacial. Assim que a manobra for concluída, a espaçonave terá como objetivo fazer a amerrissagem em uma das sete zonas de pouso no Oceano Atlântico ou Golfo do México na costa da Flórida. As equipes da NASA e da SpaceX determinarão o local primário e o alternativo de amerrissagem dos sete possíveis antes do retorno, levando em consideração o clima, as condições de resgate da tripulação e as operações de recuperação. Marcos de decisão adicionais ocorrerão antes do desencaixe, durante o vôo livre e antes que a Crew Dragon execute a queima de saída de órbita. A NASA e SpaceX coordenam com a Guarda Costeira dos EUA para estabelecer uma zona de segurança em torno do local de amerrissagem para garantir a segurança para o público e para os envolvidos nas operações de recuperação, bem como a tripulação a bordo da nave em retorno.
Com o amerrissagem da Crew-2 na noite de segunda para terça, 8/9 de novembro, a missão SpaceX Crew-3 da NASA tem como meta um lançamento não antes das 21h03 da quarta-feira, 10 de novembro, em um foguete Falcon 9 do Complexo de Lançamento 39A do Centro Espacial Kennedy na Flórida. Para esta oportunidade de lançamento, a Crew Dragon C210 Endurance está programada para acoplar na estação espacial por volta das 19h10 de quinta-feira, 11 de novembro.

A cobertura de retorno da Crew-2 é a seguinte:
Segunda-feira, 8 de novembro
11h45 EST, 13:45 de Brasilia – A cobertura começa às 12h40, fechamento da escotilha
13h45 EST, 15:45 Brasilia – A cobertura começa às 14h05 – 16:05 de Brasilia, com a desacoplagem (a NASA fará cobertura contínua desde a desacoplagem até a amerrissagem )
Segunda para terça, dia 9 – 10:33 pm EST do dia 8, 00:33 de Brasilia, já na terça-feira, dia 9, a amerrissagem
A Crew-2 é a segunda das seis missões tripuladas da NASA e da SpaceX como parte do Programa de Tripulação Comercial, que está trabalhando com a indústria aeroespacial “para lançar astronautas em foguetes e espaçonaves americanos em solo americano”, como é repetido o mantra atual da administração.

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NASA: missão Crew-2 retorna esta noite

Amerrissagem será na madrugada, na costa da Flórida

Hoshide, Kimbrough, McArthur e Pesquet

A nave espacial tripulada reutilizável Crew Dragon da missão Crew-2 da SpaceX está programada para desacoplar da Estação Espacial Internacional na segunda-feira e, após cerca de 8,5 horas de vôo autônomo, irá amerrissar no Oceano Atlântico ao largo da costa da Flórida, relata a NASA.

A amerrissagem deve ocorrer no Golfo do México com a nave sendo recuperada pelo navio de resgate GO Navigator.
Devido às condições climáticas desfavoráveis ​​na área de amerrissagem, o desacoplamento da Crew Dragon C206.2 da ISS, planejado para o domingo, foi adiado por um dia. “Devido às condições climáticas, a tripulação do Crew Dragon partirá em 8 de novembro às 14h05, horário da Costa Leste dos EUA (00h05 do dia 9, horário de Brasilia). A amerrissagem está planejada para 8 de novembro às 22h33, horário da Costa Leste dos EUA (9 de novembro às 02:33 de Brasilia)”.
A tripulação do Crew Dragon-2 inclui os astronautas da NASA Megan MacArthur e Shane Kimbrough, o astronauta da Agência Espacial Europeia Thomas Peske e o astronauta da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão Akihiko Hoshide. Quando a missão for concluída, eles terão passado um total de 200 dias em órbita. Os astronautas trarão para a Terra os resultados das pesquisas científicas realizadas na estação, pesando cerca de 240,5 kg.

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Astronauta chinesa faz caminhada espacial

Wang Yaping e Zhai Zhigang passarm mais de seis horas no espaço aberto

O comandante Zhai e a engenheira Wang trabalharam por seis horas e meia fora da nave

Em 7 de novembro de 2021, Wang Yaping se tornou a primeira astronauta chinesa a realizar uma caminhada no espaço. Zhai Zhigang (comandante da missão Shenzhou-13) e Yaping (engenheira operadora) saíram do módulo central Tianhe, o primeiro e principal componente da Estação Espacial da China (Complexo Tiangong), por um período após 6 horas e meia de atividade extraveicular (EVA). O terceiro tripulante, Ye Guangfu, permaneceu a bordo da espaçonave para apoiar seus colegas na conclusão bem-sucedida do trabalho extraveicular. Depois disso, a órbita da estação espacial foi elevada às 09UTC para 381,8 x 389,4 km.
Os taikonautas Zhai Zhigang e Wang Yaping concluíram o trabalho extraveicular e retornaram ao módulo Tianhe. Esta “caminhada no espaço” foi a terceira na construção da estação chinesa e a primeira para a tripulação da Shenzhou 13. Esta é também a primeira atividade extraveicular na história da astronáutica chinesa com a participação de uma mulher, observou a agencia de voos espaciais tripulados (CMSA) do país, acrescentando que o trabalho terminou com sucesso total. Os dois voltaram ao módulo principal às 01h16 de segunda-feira no horário de Pequim concluindo a atividade extraveicular, durante a qual realizaram uma série de trabalhos. Conforme observado pela CMSA, as funções dos trajes espaciais de nova geração foram testadas, além da coordenação entre os taikonautas e o braço mecânico-manipulador, bem como verificação da confiabilidade e segurança dos equipamentos auxiliares destinados à caminhada no espaço.

A estação chinesa é composta por quatro espaçonaves, sendo duas cargueiras, o módulo base e a nave espacial Shenzhou-13

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NASA adia retorno de astronautas

Meteorologia desfavorável é a causa

A NASA atrasou em um dia o desacoplamento da espaçonave Crew Dragon da Estação Espacial Internacional por causa dos ventos fortes nos locais de amerrissagem no Golfo do México, uma atitude que não afetará o lançamento da próxima tripulação à estação. O anuncio no início de hoje, 7 de novembro, de que estava adiando o desacoplamento da nave Endeavour, programado para 12h05 na hora do leste daquele dia. A NASA disse em um comunicado que uma revisão de meteorologia mostrou ventos “desfavoráveis ​​para a recuperação” quando a espaçonave cairia no Golfo do México por volta das 7h14, leste, de 8 de novembro.

A agência agora está programando o desengate para as 14h05 no leste do dia 8 de novembro, o que causaria a amerrissagem na costa da Flórida às 22h33 no leste, daquele dia.

Em uma teleconferência em 6 de novembro sobre o retorno da missão Crew-2, Sarah Walker, diretora de gerenciamento da missão das Dragon na SpaceX, disse que os ventos nos locais de amerrissagem estavam vários quilômetros por hora acima dos limites . Esses limites são cerca de 14 quilômetros por hora no local de amerrissagem primário e 18,5 quilômetros por hora em um local alternativo. Ela disse que os gerentes optaram por esperar até um ‘briefing’ seis horas antes do horário de desacoplamento previamente programado para obter as condições meteorológicas atualizadas e decidir se deveriam prosseguir com o desencaixe.

Um desencaixe e retorno em 8 de novembro ainda permitiria que a NASA e a SpaceX continuassem com o lançamento da missão Crew-3, agendada para 21h03 do leste de 10 de novembro, com oportunidades de lançamento adicionais em 11 e 12 de novembro. Uma lacuna de um pouco menos de 48 horas entre a amerrissagem do Crew-2 e o lançamento do Crew-3 “é um intervalo de tempo suportável”, disse Walker, porque o pessoal e os equipamentos, como barcos, são amplamente separados entre a amerrissagem e o lançamento . A lacuna também é tempo suficiente para revisar os dados do retorno da Crew-2 antes do lançamento da Crew-3.

Ter a Crew-2 de volta à Terra antes do lançamento da Crew-3 é o que a NASA chama de transferência “indireta”. A agência prefere uma transferência direta, onde a Crew-3 chegaria antes da Crew-2 partir, permitindo uma sobreposição de tripulações na estação. Uma transferência direta foi planejada antes do tempo e um pequeno problema médico com a astronauta Kayla Baron da Crew-3 adiou seu lançamento original no final de outubro.

Manter a Crew-2 em órbita até o atraso do lançamento do Crew-3 não era mais uma opção, disseram os gerentes da estação na teleconferência. O Crew Dragon da Crew-2 alcançaria seu limite de certificação de 210 dias em órbita em 19 de novembro, disse Ven Feng, vice-gerente do programa de tripulação comercial. Embora não haja problemas conhecidos que impeçam a espaçonave de permanecer em órbita além desse ponto, ele disse, a meteologia “não melhora à medida que avançamos no mês, e talvez até dezembro”.

Nos poucos dias entre a partida da Crew-2 e a chegada da Crew-3, marcada para as 19h10, no leste de 11 de novembro, caso seja lançada em 10 de novembro, ainda haverá um astronauta da NASA a bordo. Mark Vande Hei voou para a estação da espaçonave Soyuz MS-18 em abril e permanecerá na estação até março próximo. “Isso me ajudou a me sentir mais confortável na decisão de pousar antes do próximo lançamento”, disse Joel Montalbano, gerente do programa da ISS na NASA.

Uma vantagem do atraso de encaixe de um dia é que ele restaura a possibilidade de um voo ao redor de circunnavegação em torno da estação (o chamado “flyaround “) pelo Crew Dragon após o desencaixe para tirar fotos do exterior . Se a espaçonave tivesse se desencaixado em 7 de novembro, disse Feng, um sobrevôo de duas horas não teria sido possível para preservar mais opções de locais de amerrissagem. “Adicionar as duas horas pode inviabilizar alguns locais de pouso em potencial”, estendendo o dia da tripulação além dos limites permitidos, disse ele.

Feng disse que a NASA ainda está avaliando se realizará um vôo ao redor se a Crew Dragon desencaixar no dia 8 de novembro. “Pode se encaixar na linha do tempo do ponto de vista da trajetória. Vamos apenas decidir operacionalmente se queremos faze-lo neste voo ”, disse ele. A declaração da NASA sobre o desacoplamento remarcado afirmava que a circunnavegação ocorreria.

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Rússia programa o lançamento do módulo muiltiporta Prichal

Compartimento multi-acoplador servirá para expandir o segmento russo

De acordo com o programa russo da Estação Espacial Internacional em 24 de novembro de 2021 está programado o lançamento de um foguete Soyuz-2.1b com veículo de transporte rebocador Progress M-UM com o módulo multiporta Prichal. O Progress M-UM é um compartimento de montagem de instrumentos derivado do cargueiro padrão Progress M adaptado para servir de rebocador do Prichal até a acoplagem com o módulo Nauka. Método semelhante foi feito com os Pirs e Poisk, dois compartimentos que por si mesmos não tinham como se acoplarem de forma autônoma com a estação.

O Prichal é projetado para aumentar as capacidades técnicas e operacionais do segmento russo da ISS. Ele será encaixado na unidade nadir do módulo de laboratório multifuncional Nauka.

  • O lançamento do módulo Prichal está agendado para 24 de novembro às 16h06min36, horário de Moscou
  • O desencaixe do veículo de carga Progress MS-17 junto com o espaçador da unidade SSVP G4000 passiva do módulo Nauka está programado para 25 de novembro às 14h18, horário de Moscou
  • A acoplagem da Progress M-UM está agendada para 26 de novembro às 18:25, horário de Moscou
  • A separação do compartimento de montagem de instrumentos do módulo Prichal está agendada para 22 de dezembro às 01h20, horário de Moscou

Lançamento e entrada na órbita-alvo; disponibilização de encontro e acoplamento em modo automático (tendo o modo de controle de teleoperador – TORU – como reserva) no Nauka ;
assegurar o funcionamento do compartimento de montagem de instrumentos da espaçonave como parte do segmento russo da Estação Espacial Internacional, preparando para a separação e separando-o do módulo ;
entrega de cargas com massa total não superior a 700 kg para o segmento russo.
Como parte do segmento russo da Estação Espacial Internacional:
Possibilitar acoplar até cinco espaçonaves ao Prichal ;
garantindo a possibilidade de relocação de espaçonaves equipadas com um manipulador da porta axial para a porta lateral e vice-versa;
fornecimento e controle, em conjunto com os meios do segmento russo ISS, das condições necessárias à vida da tripulação no compartimento pressurizado do módulo nodal Prichal;
fornecimento de interfaces ​​elétricas, hidráulicas e mecânicas reconfiguráveis e interfaces de troca gasosa entre módulos acoplados ao Prichal ;
transferência de combustível de naves de transporte de carga por meio de linhas de reabastecimento e conexões hidráulicas da unidade de acoplagem para o módulo Nauka e outros módulos (posteriormente), bem como de volta para a nave de carga com fornecimento de drenagem antes da separação de nave;
transmissão de circuitos de recarga e alimentação combinada com o módulo Nauka para módulos acoplados.
O compartimento de instrumentos e montagem, por projeto, corresponde ao mesmo compartimento do Progress M, com modificações para aumentar sua rigidez e resistência em relação à massa aumentada para 8.180 kg em vez dos 7.200 usuais da nave de carga padrão.
O padrão de voo balístico antes de acoplar na ISS é semelhante ao do veículo base Progress M (voo de dois dias com possibilidade de aumentar a duração em caso de situações de emergência).
O padrão de voo do compartimento de montagem de instrumentos após a separação é semelhante ao padrão de voo deste compartimento dos Progress M-SO1 (com o módulo Pirs) e Progress M-MIM2 (com o módulo Poisk). A duração nominal do voo após a separação é de até três órbitas. As reservas de combustível garantem um encontro regular e repetido e a acoplamento com a saída subsequente da órbita próxima à Terra.
A sequência de acoplamento automática é semelhante à do veículo básico Progress M. Em caso de falhas na fase de acoplagem, é possível completar o engate no modo TORU de controle por teleoperador.

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China lança mais três satélites de sensoriamento remoto

Longa Marcha 2D colocou três Yaogans em órbita

Mais um lançamento de sucesso de um Longa Marcha 2D número Y63

A China lançou com sucesso os satélites de sensoriamento remoto Yaogan-35-A, B e C por um foguete Longa Marcha 2D número Y63, que decolou Centro de Lançamento de Satélites de Xichang. Os satélites, foram lançados às 11h (horário de Pequim) e entraram na órbita planejada com sucesso. A China está em um ritmo acelerado de lançamentos orbitais recentemente. Esta semana houve três lançamentos de três diferentes espaçoportos. O número total de lançamentos orbitais da China neste ano agora chega a 43. Cada lançamento posterior estabelecerá um novo recorde. É muito provável que a China tenha mais de 50 missões orbitais este ano, considerando que ainda faltam quase dois meses e vários lançamentos estão programados. O lançamento hoje foi o 56º vôo de um Longa Marcha 2D. É também o 396º vôo de um desses foguetes. O lançamento usou uma carenagem de carga útil mais comprida do que a padrão, permitindo que três 3 satélites pudessem ser ’empilhados’ em série. Dois dos satélites foram desenvolvidos pela China Academy of Space Technology – CAST – para experimentos científicos,levantamentos de terras e recursos, estimativas de produção agrícola, prevenção e mitigação de desastres, etc.

O centro de lançamentos de Xichang fica em uma região montanhosa

Os primeiros dois objetos (45390 e 45391) foram colocados em órbita com uma inclinação de 35,0 ° e uma altitude de cerca de 495 km. O plano orbital não coincide com o plano dos oito satelites similares XJS, nem com nenhum plano da constelação YG-30. As altitudes também diferem acentuadamente do XJS, e cem quilômetros abaixo dos Yaogan YG-30, o que leva a supor que seja uma nova série de aparelhos, cuja construção é, para os dois primeiros, A e B, da CAST e o terceiro, o C, sendo produzido na SAST, Shanghai Academy of Spaceflight Technology – Instituto de Tecnologia Aeroespacial de Shangai.

Os satélites de sensoriamento remoto (Yaogan ) são uma série de aparelhos de observação da Terra desenvolvidos e operados pela China , usados ​​principalmente para experimentos científicos, levantamentos de terras, avaliação de safras e monitoramento de desastres.

Coifa de cabeça do foguete, de novo desenho, alongada -permitindo a instalação de três satélites empilhados

Os satélites da série de sensoriamento remoto são divididos principalmente em duas categorias : satélites de radar de abertura sintética e satélites ópticos. O Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan no norte da Província de Shanxi, China, e o Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan na Região Autônoma da Mongólia Interior, China, lançaram satélites de sensoriamento remoto.

A série de foguetes Marcha, desenvolvida pela China Aerospace Science and Technology Corporation, é responsável por cerca de 96,4 % de todas as missões espaciais na China. Demorou 37 anos para os Longa Marcha concluírem os primeiros 100 lançamentos, 7 anos e meio para alcaçar a segunda centena lançamentos e apenas cerca de quatro anos para completar mais cem lançamentos finais, com o número médio de voos por ano aumentando de 2,7 para 13,3 e em seguida, para 23,5, conforme um relatório expedido em 2019.

O Centro de Lançamento de Satélites Xichang , também conhecido como base de treinamento de pilotos do Exército de Libertação do Povo para o vigésimo sétimo destacamento (tropas do Exército de Libertação do Povo 63790, cidades-satélite de Xichang , com sede em Sichuan Xichang do Norte, o local de lançamento está localizado em Província de Sichuan Zeyuan, condado de Mianning, Prefeitura Autônoma de Liangshan Yi , pertence à Força de Apoio Estratégico do Exército de Libertação do Povo Chinês e é uma das bases de lançamento de mísseis e satélites da China. Ao mesmo tempo , o Local de Lançamento Espacial Wenchang da China na cidade de Wenchang , província de Hainan, também está sob a jurisdição do Centro de Lançamento de Satélites de Xichang.

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Chineses farão caminhada espacial

Tripulantes da Shenzhou 13 trabalham na estação espacial há quase um mês

Em órbita, os tripulantes da espaçonave chinesa Shenzhou-13 planejam fazer uma caminhada espacial nos próximos dias. O anúncio foi feito na sexta-feira pelo Escritório do Programa de Voo Espacial Tripulado da China.

“Os membros da tripulação da Shenzhou-13 farão sua primeira caminhada no espaço nos próximos dias”, disse o comunicado. A partir do momento em que chegaram à estação em 16 de outubro, os taikonautas Zhai Zhigang, Wang Yaping e Ye Guangfu estavam engajados na movimentação de cargas entregues ao módulo base da estação Tianhe pelas naves de carga Tianzhou 2 e 3. Os taikonautas desempacotaram trajes e os testaram, fizeram um exame físico e também uma série de exercícios para se acostumar às condições de ‘gravidade zero’.

Além disso, eles realizaram exercícios de evacuação médica e de emergência da estação e praticaram o uso do braço mecânico telecomendado montado na parte externa da estação.

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China lança satélite de observação terrestre

Guangfu tem instrumentos de alta resolução

Um foguete Longa Marcha-6 (CZ-6) lançou o satélite SDGSAT-1 do Centro de Lançamento de Satélites Taiyuan, Província de Shanxi, China, hoje, 5 de novembro de 2021, às 02:19 UTC (10: 19 hora local).

O SDGSAT-1 (Sustainable Development Science Satellite 1, também conhecido como “广 目 地球 科学 卫星”, Guangmu Diqiu Kexue Weixing; Wide Eye Earth Science Sat, “satélite de ciências da Terra de amplo campo de visão” – CASEarth) tem três instrumentos de infravermelho térmico, com alta sensilibilidade de iluminação e um imageador multiespectral, com uma faixa (swath) de aquisição de dados de 300 km de largura.

Os instrumentos são capazes de uma cobertura global em 11 dias. O satélite visa detectar parâmetros que representam a interação entre as atividades humanas e o ambiente terrestre. Este é o 395º vôo dos veículos de lançamento da série Changzheng, o 144º vôo da série de foguetes Longa Marcha desenvolvidos pela Oitava Academia de Ciências e o 8º lançamento do Longa Marcha 6.

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A guerra do Artemis: Justiça dá vitória à SpaceX

Blue Origin perde o HLS no tribunal

O Tribunal de Reclamações Federais dos EUA decidiu contra a Blue Origin de Jeff Bezos no processo da empresa contra a NASA sobre O lucrativo contrato de aterrissagem lunar com astronautas (o HLS, Human Landing System, do projeto Artemis) concedido à SpaceX de Elon Musk no início deste ano. O juiz federal Richard Hertling apoiou a defesa em sua decisão, encerrando uma batalha de meses depois que a Blue Origin processou a NASA em agosto. Um porta-voz da Blue Origin disse em um comunicado que o processo da empresa “destacou as importantes questões de segurança com o processo de aquisição do Sistema de Pouso Humano que ainda precisam ser resolvidas”.

“Devolver os astronautas com segurança à Lua por meio do modelo de parceria público-privada da NASA requer um processo de aquisição sem preconceitos ao lado de uma política sólida que incorpore sistemas redundantes e promova a competição. A Blue Origin continua profundamente comprometida com o sucesso do programa Artemis ”, disse a empresa.

“Nosso processo com o Tribunal de Reclamações Federais destacou as questões importantes de segurança com o processo de aquisição do Sistema de Aterrissagem Humana que ainda precisam ser resolvidas. Devolver os astronautas com segurança à Lua por meio do modelo de parceria público-privada da NASA requer um processo de aquisição sem preconceitos ao lado de uma política sólida que incorpore sistemas redundantes e promova a competição. A Blue Origin continua profundamente comprometida com o sucesso do programa Artemis e temos uma ampla base de atividades em vários contratos com a NASA para atingir a meta dos Estados Unidos de retornar à Lua para ficar. Estamos totalmente comprometidos com a NASA para desenvolver projetos de naves sustentáveis, conduzir uma ampla variedade de reduções de risco de tecnologia e fornecer serviços de carga útil lunar comercial. Também temos contrato com a NASA para desenvolver tecnologia de utilização de recursos in-situ, robótica no espaço cislunar e colaboração do sensor de aterrissagem lunar, incluindo testes no [foguete] New Shepard. Esperamos ouvir da NASA as próximas etapas do processo de aquisição do HLS.”

A NASA e a SpaceX não responderam imediatamente aos pedidos de comentários sobre a decisão.

Musk, em um tweet em resposta a reportagem da CNBC sobre a decisão, postou uma imagem do filme “Dredd” de 2012 (Judge Dredd). Em abril, a NASA concedeu à SpaceX o contrato exclusivo para o programa Human Landing System sob um processo competitivo. No valor de US $ 2,9 bilhões, o contrato da SpaceX fará a empresa usar seu veículo espacial Starship para levar astronautas à superfície lunar para as missões Artemis da NASA.

A SpaceX estava competindo com a Blue Origin e a Dynetics pelo que se esperava que fossem dois contratos, antes que a NASA concedesse apenas um único contrato devido a uma alocação inferior ao esperado para o programa do Congresso. A Blue Origin rapidamente protestou contra a decisão junto ao US Government Accountability Office, mas o GAO no final de julho negou a apelação da empresa – levando Bezos a escalar sua ação legal.

Uma versão redigida do processo da Blue Origin revelou a reclamação focada em provar que a NASA erroneamente concedeu o contrato apenas à SpaceX e “desconsiderou os principais requisitos de segurança de vôo” no processo. A decisão de Hertling rejeitou as alegações da Blue Origin. A opinião do tribunal está atualmente definida, já que o caso contém informações de propriedade das empresas, mas as partes foram ordenadas por Hertling a entregar as redações propostas até 18 de novembro, para divulgar publicamente a opinião.

O trabalho da NASA com a SpaceX no contrato da HLS foi interrompido durante o processo, mas deve ser retomado na segunda-feira.

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Rússia volta ao turismo espacial

País inaugurou a ‘moda’ há vinte anos

Yrano e Maezawa

Por Igor Marinin

O lançamento da espaçonave Soyuz MS-20 com dois turistas japoneses a bordo está programado para 8 de dezembro. Este lançamento marca um retorno aos voos turísticos à ISS, que foram interrompidos há dez anos devido ao encerramento dos voos de ônibus espaciais americanos e aos compromissos da Rússia de levar astronautas americanos à estação.

Em meados de outubro, jornalistas russos e japoneses foram convidados para o Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Gagarin TsPK. O vôo de 12 dias que se aproxima está causando grande empolgação, e representantes da Space Adventures, a organizadora da expedição, de deram entrevista a vários correspondentes que estavam ansiosos para ver como os turistas japoneses estavam se preparando para sua odisséia. O comandante da tripulação principal da espaçonave que inclui o bilionário japonês Yusaku Maezawa e seu assistente Yozo Hirano, é o Herói da Rússia, instrutor de teste cosmonauta deprimeira classe Alexander Misurkin.

Ogiso

O treinamento de demonstração consistiu em três partes. Durante as duas primeiras, a tripulação lutou contra uma despressurização e um incêndio na estação. Tudo começou com o fato de Misurkin, Maezawa e Hirano em trajes de vôo entrando no simulador do segmento russo da ISS e começarem a se familiarizar com os sistemas . Em algum momento, os instrutores simularam a despressurização em um dos módulos. A tripulação, liderada por Misurkin, que direcionou as ações de seus colegas, identificou rapidamente o módulo “vazando”.

Embora a comunicação tenha ocorrido em inglês, isso não impediu o comandante de dar instruções à sua equipe. Em seguida, um dos instrutores disparou uma bomba de fumaça sob o painel de controle, simulando um incêndio na estação. A fumaça real começou a preencher o módulo. E novamente Misurkin estava no comando do “evento”. Ele rapidamente mostrou onde as máscaras de gás estavam armazenadas e como usá-las. Nos monitores instalados na sala de controle do simulador, era possível ver como os tripulantes de roupas azuis estavam envoltos em ondas de fumaça cinza e densa, mas já bem protegidos. Em seguida, o exercício com despressurização e fogo foi repetido. Ao mesmo tempo, os turistas japoneses agiram de forma mais independente e mostraram notável engenhosidade, especialmente quando Alexander foi “convocado” para outro módulo “para ajudar um astronauta”.

Na terceira parte do treinamento, a tripulação, em mascaras contra gases e trajes espaciais, deixou a estação na nave em modo simulado. Alexander Misurkin, ao embarcar no veículo de descida, ainda instruiu cada um de seus pupilos em detalhes, explicando como conectar o traje espacial Sokol KV2 aos sistemas da nave, como fixar os cintos de segurança nos assentos. O treinamento foi encerrado, como deveria ser, com discussão e análise dos comentários. Desde o início, outro representante da Terra do Sol Nascente, Shun Ogiso, acompanhou de perto todo o processo.

Junto com o experiente cosmonauta russo Alexander Skvortsov, ele forma a tripulação reserva da espaçonave Soyuz MS20.

O PRIMEIRO NEGÓCIO NA SOYUZ
O voo de Yusaku Maezawa e Yozo Hirano no Soyuz MS-20 foi anunciado em 13 de maio deste ano. Logo o chefe do Roskosmos, Dmitry Rogozin, aprovou as tripulações e, no final do mês, começaram os treinos no TsPK. Antes disso, Maezawa, Hirano e Ogiso foram aprovados no exame médico e foram declarados aptos para o vôo espacial. “Estamos muito felizes por Maezawa, é uma grande honra para nós dar a ele a oportunidade de voar para o espaço”, disse Eric Anderson, presidente da Space Adventures. “Ele irá ao espaço na espaçonave mais confiável e visitará a ISS como nossos clientes anteriores.

Os dois “participantes de voos espaciais” partem na mesma espaçonave. “Este é o primeiro voo turístico para a ISS em 10 anos. Bem-vindo ao espaço, Yusaku!”, anunciou a Space Avdentures. Maezawa ficou famoso por ser declarado como o primeiro passageiro da nave Starship criada pela SpaceX, que deveria ser usada em voos para a Lua, uma promessa ainda não realizada. A missão de sete dias foi programada para 2023. Estava planejado que oito membros de sua equipe iriam com ele para a Lua. A uma pergunta completamente lógica sobre os motivos para a viagem a bordo da Soyuz, Maezawa respondeu: “Minha missão para a ISS a bordo da Soyuz será muito útil em termos de preparação para o vôo lunar programado para 2023. Estou confiante de que depois do vôo para a ISS saberei o que esperar do espaço e serei um participante mais preparado na viagem lunar. ” Ao mesmo tempo, Maezawa pagou o vôo na Soyuz não só para si, mas também para seu assistente Yozo Hirano, bem como para o treinamento do reserva, Ogiso. “Voar como astronauta é uma oportunidade única e pretendo mostrar meu dia a dia na ISS no youtube. Yozo Hirano irá comigo como produtor ”, explicou o bilionário japonês.

Yusaku Maezawa nasceu em 22 de novembro de 1975 em Kamagaya, província de Chiba, no Japão. Seu primeiro negócio foi a venda de álbuns e CDs de música. Em 2016, Maezava apresentou sua marca de alfaiataria personalizada ZOZO e um sistema automatizado ZOZOSUIT para fazer medições em casa. Em maio de 2017, a Forbes estimou sua fortuna em US $ 3,6 bilhões. Ele é conhecido por seu amor pela arte e por gastar grandes somas em pinturas. Em 2016, Maezawa comprou uma tela do artista americano Jean Michel Basquiat por um valor recorde de $ 57,3 milhões. No mesmo leilão, Maezawa comprou várias outras obras, gastando um total de $ 98 milhões em dois dias. Um ano depois, ele comprou outra obra do mesmo Basquiat por US $ 110,5 milhões. De acordo com a Sotheby’s, esse preço foi o mais alto pago em leilão por uma obra criada depois de 1980 e por uma pintura de um artista americano em todos os momentos.

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China lança mais dois satélites Yaogan

Sistema de sensoriamento remoto militar

O lançamento do segundo grupo de satélites Yaogan-32 por um foguete Longa Marcha 2C/YZ-1S nº Y4 ocorreu hoje às 15:43, horário de Pequim (07: 45 UTC, ou 03:43 Brasília).
O foguete decolou do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan e colocou com sucesso os satélites de sensoriamento remoto (Yaogan 32-01 e Yaogan 32-02) na órbita planejada de 681 km × 698 km, inclinada em 98.28° Esta missão foi o 389º vôo da série de foguetes Longa Marcha. Os satélites de Sensoriamento Remoto Yaogan 32 foram desenvolvidos pela Aerospace Dongfanghong Satellite Co., Ltd., afiliada a Quinta Academia de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, e são usados principalmente para realizar detecção eletromagnética de ambiente e testes técnicos relacionados.

O estágio superior Yuzheng 1S do foguete portador Longa Marcha 2C colocou os dois satélites do grupo “32 02” no esquema “uma flecha e duas estrelas”. A “flecha” é o foguete e as “estrelas” são os satélites.

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Turistas no espaço: japoneses estão “aptos” para a missão espacial

Cosmonauta profissional pilotará a Soyuz MS-20

Yusaku Maezawa e seu assistente Yozo Hirano

O turista espacial japonês Yusaku Maezawa, seu assistente Yozo Hirano e o cosmonauta russo Alexander Misurkin, que levará os turistas à ISS na espaçonave Soyuz MS-20, foram considerados aptos para o vôo, relatou a Roskosmos .
O lançamento da espaçonave Soyuz MS-20 para a Estação Espacial Internacional está programado para 8 de dezembro de 2021 a partir do cosmódromo de Baikonur . A duração do voo deve ser de 12 dias.
“Pela decisão da comissão, o cosmonauta Alexander Misurkin da Roskosmos, e os participantes do voo espacial Yosaku Maezawa e Yozo Hirano (tripulação principal VC-20), bem como o cosmonauta Alexander Skvortsov e o participante do voo espacial – outro turista – Shun Ogiso, que formam a tripulação reserva da VC-20) foram reconhecidos como aptos para o vôo espacial, segundo os requisitos médicos “- disse a agência.

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NASA: Crew-3 adiada

Nave decola não antes de sábado, 6

A nave espacial da SpaceX Crew Dragon C210 ‘Endurance’, em missão para a NASA, teve seu lançamento adiado para não antes do dia próximo dia 6 de novembro (sábado) “devido a um pequeno problema de saúde de um dos tripulantes”. “O problema não é uma emergência e não está relacionado ao COVID-19” – disse a agência espacial. A missão Crew-3 ou USCV-3 decolará num foguete Falcon 9 (nº B1067.2).

A primeira oportunidade possível para o lançamento é às 23:36 EDT de sábado, dia 6 (00:36 de domingo, dia 7, no horário de Brasília).

Matthias Maurer, Thomas Marshburn, Raja Chari e Kayla Baron

Os tripulantes serão os americanos Raja Chari, Thomas Marshburn e Kayla Baron, e o alemão Matthias Maurer. De acordo com uma fonte, a massa do foguete na decolagem será de 573.000 kg e spera-se uma massa recorde para a nave Crew Dragon, possivelmente pesará cerca de 14.200 kg.

Espaçonave Crew Dragon

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NASA: missão Crew-3 decola dia 3

Nave C210 ‘Endurance’ levará quatro astronautas

Kayla Baron, Raja Chari, Thomas Marshburn e Matthias Maurer

A nave espacial da SpaceX Crew Dragon C210 ‘Endurance’, arrendada à NASA, decolará no próximo dia 3 de novembro para uma missão à estação espacial internacional. A missão é chamada “Crew-3” ou USCV-3. O foguete Falcon 9 v1.2 FT Block 5 (número B1067.2) decolará às 05:10 UTC de 3 de novembro (02:10 de Brasília). De acordo com uma fonte, a massa do veículo de lançamento Falcon 9 na decolagem será de 573.000 kg. Espera-se uma massa recorde de lançamento para a nave Crew Dragon (possivelmente pesará cerca de 14.200 kg.)

Os tripulantes serão os americanos Raja Chari, Thomas Marshburn e Kayla Baron, e o alemão Matthias Maurer.

Para 3 de novembro a meteorologia prevê uma possibilidade de tempo bom de 80%; para a data reserva de 4 de novembro, 70%.

Espaçonave Crew Dragon C210 ‘Endurance’

Sequência de eventos

“ISS Expedition / Spacex Crew-3 Events” (Todos os eventos ISS são conduzidos por meio do sistema de banda KU: todos os horários são Centrais dos EUA e estão sujeitos a alterações)
Terça-feira, 2 de novembro:
19:30:17 CT: “Go / No Go” (aprovado/não aprovado) para a pressurização do propelente da Crew Dragon
19:40:17 CT: Pressurização de propelente da Crew Dragon
19:45:00 CT: Começa a cobertura de TV da NASA para o lançamento da Crew-3
20:01:17 CT: Informações meteorológicas
20:06:17 CT: Briefing de contagem regressiva do diretor de lançamento e verificação de prontidão: tripulação veste os trajes
20:51:17 CT: Saída da tripulação do prédio de preparação O&C
21:15:17 CT: Chegada da tripulação a Plataforma 39-A
21:35:17 CT: Entrada da tripulação na C210 Endurance
22:15:17 CT: Endurance – fecha-se a escotilha
23:10:17 CT: Informações meteorológicas antes do carregamento do propelente
23:15:17 CT: Enquete Go-No / Go do Diretor de Missão para carregamento do propelente
23:25:17 CT: Final Go-No / Go para carregamento do propelente
23:28:17 CT: Retração do braço de acesso da tripulação
23:32:17 CT: Sistema de escape da Dragon “Launch Escape” armado
23:35:17 CT: O abastecimento do propelente do Falcon 9 começa
Quarta-feira, 3 de novembro:
00:05:47 CT: Retração do Strongback (braço umbilical e instalação)
00:08:17 CT: Carga de propelente do Falcon 9 concluída e veículo com eletricidade interna
00:10:17 CT: Lançamento do Crew Dragon da plataforma de lançamento 39A no Kennedy Space Center, Flórida, para a missão USCV-3 “Crew-3” do Commercial Crew Program: no momento do lançamento, a ISS estará voando 258 milhas sobre o Oceano Atlântico Norte
00:19:05 CT: Falcon 9 corte do motor de segundo estágio – SECO
00:22:15 CT: Separação da nave do estágio.
00:23:03 CT: Crew Dragon abre o cone do nariz.
00:57:28 CT: Ignição de faseamento de órbita do Crew Dragon
Horário a ser definido CT: Possível oportunidade para uma comunicação downlink da Crew-3 Endurance
Horário a ser definido CT: O sono da tripulação começa
Horário a ser definido CT: Tripulação ISS dormindo
Horário a ser definido CT: Crew Dragon – tripulação acorda
05:25:06 CT: Impulso de ajuste do Crew Dragon
06:10:12 CT: Impulso de ajuste para aproximação
16:56:46 CT: Impulso de ajuste para transferência
17:43:12 CT: Impulso de ajuste para aproximação co-elíptica
19:00:00 CT: Crew Dragon estaciona a 30 quilômetros da ISS
Horário a ser definido CT: Tripulação da ISS acorda
19:51:00 CT: Crew Dragon chega a 15 quilômetros da ISS
20:05:00 CT: Decisão Go / No Go para impulso de ajuste iniciação de abordagem
20:30:00 CT: Impulso de ajuste de abordagem de 7,5 quilômetros atrás e abaixo da ISS.
20:36:00 CT: Crew Dragon a 6 quilômetros da ISS
20:55:00 CT: Abordagem com ignição de meio-curso
21:02:30 CT: Crew Dragon fica a 1 km da ISS
21:05:00 CT: Decisão Go-No / Go ao ponto de aproximação 1 “Approach Waypoint 1 (Keep Out Sphere)”
21:15:00 CT: Chegada ao waypoint 0 na barra R, 400 metros abaixo da ISS
21:29:00 CT: Decisão GO / NO GO para se aproximar do ponto de referência 2 “Waypoint 2”.
21:39:00 CT: Chegada do eixo de acoplagem / ponto de referência 1 na frente da ISS a 220 metros
21:50:00 CT: Ponto de espera Waypoint 2 de chegada a 20 metros
21:51:00 CT: GO / NO GO para acoplagem
21:55:00 CT: Parta do ponto de referência 2 “Waypoint 2” a 20 metros de distância
21:59:35 CT: Ponto de inatividade da tripulação (CHOP): onde os astronautas não tem condição de interromper a tarefa
22:00:00 CT: Acolagem do Crew Dragon com o adaptador IDA-2, que está instalado no compartimento de engate PMA-2.
22:13:00 CT: Ganchos fechados entre Crew Dragon e o IDA-2.
22:15:00 CT: As verificações de pressão e vazamento começam entre a Crew Dragon e ISS.
23:35:00 CT: abertura da escotilha: com transmissor de banda KU e S no codificador HD do módulo Node 2 “Harmony”: será transmitida pela NASA TV.
Quinta-feira, 4 de novembro:
00:10:00 CT: cerimônia de boas-vindas: com transmissor de banda KU e S no codificador HD do módulo Node 2 “Harmony”; e todos os sete tripulantes na escotilha do PMA-2
00:30:00 CT: Instruções de segurança para a tripulação

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Soyuz MS-20: Turistas espaciais japoneses se preparam

Voo russo com dois passageiros acontece em dezembro

Yozo Hirano, Yusaku Maezawa e Alexander Misurkin

A preparação para a 20ª expedição de visita (EP-20) à Estação Espacial Internacional continua. No início de dezembro, o empresário japonês Yusaku Maezawa e seu assistente Yozo Hirano devem entrar em órbita. A sua nave Soyuz MS-20 será pilotada pelo cosmonauta Alexander Misurkin, da Roskosmos. O russo Alexander Skvortsov da Roskosmos e o participante do voo espacial do Japão Shun Ogiso estão na tripulação reserva. Os suplentes foram os primeiros a participar do treinamento no segmento russo da ISS, chamado de “dia típico de voo”.

Yusaku Maezawa é o fundador e CEO do site Zozo, que oferece roupas da moda sob medida. Além disso, ele é um dos cidadãos mais ricos do Japão. Segundo a revista Forbes, seu capital é de cerca de US $ 3 bilhões. Yozo Hirano é assistente particular de Maezawa. Já Shun Ogiso é gerente de relações públicas da Start Today Corporation.

O empresário bilionário japonês Yusaku Maezawa disse estar encantado com o traje espacial Sokol KV2 produzido pela Zvezda, mas admitiu que estava muito quente para treinar nele. “O que mais me impressiona é que quando você o veste, percebe que esse traje espacial incorpora o conhecimento, a experiência e o entusiasmo de pessoas que fazem esse negócio há muitas décadas. Tudo é funcional e isso causa minha admiração. Mas agora nós estavam treinando e os trajes espaciais são muito quentes, disse Maezawa a repórteres . Ele notou que já havia experimentado o traje espacial várias vezes. “As emoções são marcantes sobre este traje espacial”, enfatizou. Maezawa disse que entre as 100 tarefas que planeja realizar na ISS, ele pretende jogar badminton com o cosmonauta Alexander Misurkin. “Tenho uma lista de cerca de 100 tarefas que quero realizar na estação. Entre elas, por exemplo, está : combinamos que jogaremos badminton no espaço. Estou ansioso por isso. Mas, como você sabe, o nosso comandante joga badminton a nível profissional, por isso estou ansioso por isso “, disse Maezawa.

Alexander Skvortsov e Shun Ogiso

A 20ª expedição de visita à estação terá duração de 12 dias. Os japoneses visitarão a estação como turistas espaciais. Eles não precisaram se preparar para nenhum trabalho técnico específico, mas foi importante aprender as tarefas mais simples, como aquecer os alimentos, servir bebidas e servir-se plenamente de “maneira doméstica”. Outra habilidade que geralmente é desenvolvida durante esse treinamento é gravar mensagens de vídeo da estação. Além disso, os participantes de voos espaciais devem aprender a se locomover dentro da ISS e conhecer o plano de evacuação em caso de emergência.
Desta vez, situações semelhantes foram simuladas para as duas tripulações: problemas com a contaminação e um incêndio na estação. Os cosmonautas e os turistas espaciais superraam com sucesso todas as dificuldades. Além das tarefas que são realizadas em conjunto, Alexander Skvortsov e, em seguida, Alexander Misurkin realizaram sua parte do ciclograma da 20ª expedição da visita da ISS durante o “dia típico de voo”.

De acordo com o turista espacial, ele ficou mais impressionado com o treinamento em gravidade zero. “Tenho 45 anos e não encontrei nada parecido com isso. E no começo me senti muito constrangido: não conseguia controlar os movimentos dos braços e das pernas, mas quando me acostumei um pouco, é muito bom,” ele disse. Ele participou das sessões de treinamento mais difíceis realizadas Zvezdny Gorodok, o TsPK, centro de treinamento de cosmonautas, simulando despressurização e fogo na ISS. “Estava quente no traje e estávamos treinando com uma máscara de gás isolante. Fisicamente foi difícil, mas interessante”, explicou Maezawa.

Em 15 de novembro, as tripulações principal e reserva da EP-20 começarão o treinamento abrangente, após o qual continuarão o treinamento de pré-lançamento já em Baikonur. A decolagem da nave Soyuz MS-20 está programada para 8 de dezembro de 2021.

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Starship: SpaceX prossegue com testes esta semana

Objetivo é ter o sistema propulsivo avaliado

Por Eric Ralph
No fim de semana passado, a SpaceX instalou o último dos seis motores Raptor de sua primeira Starship de classe orbital, preparando o protótipo para um ou vários testes no final desta semana. Provavelmente agendado para as 10h00 às 18h00 CDT (15:00/23:00 Brasília) de segunda-feira, 1º de novembro, o próximo teste na nave Starship 20 (S20) provavelmente será seu terceiro estático em onze dias. O protótipo 20 completou seu primeiro teste com o Raptor – o teste de pré-queimador – em 19 de outubro, seguido por dois testes estáticos consecutivos – um com um Raptor e outro com dois – em 21 de outubro. Menos de 36 horas depois, os dois motores do Raptor Center (RC) ausentes (de um total de três) foram instalados na manhã de sexta-feira, 22 de outubro. Por razões desconhecidas, nenhum teste foi concluído na semana seguinte e a SpaceX levou outros seis dias e meio para entregar os dois últimos motores que faltavam na plataforma para instalação no S20. Independentemente disso, os dois motores Raptor Vacuum ausentes foram instalados às 2h CDT no sábado, 30 de outubro, marcando a segunda vez que um protótipo de Starship teve todos os seis Raptors instalados. Entregues à plataforma na quinta-feira, 28 de outubro, a SpaceX instalou os dois últimos Raptor Vacuum da Starship S20 na sexta e no sábado.
Embora possa ser a segunda vez que a SpaceX instalou seis Raptors em uma Starship, é provável que seja a primeira vez que seis motores foram totalmente integrados aos tanques de propelente, tanques de gás e aviônicos da nave 20. Como exatamente a SpaceX planeja prosseguir não está claro, mas as chances são boas de que a próxima campanha de teste de ignição estática da S20 envolverá a ignição simultânea de pelo menos quatro de seus seis motores estabelecendo um novo recorde para o número de Raptors simultaneamente ligados.

Mais provavelmente, a próxima campanha da nave 20 culminará na ignição simultânea de todos os seis Raptors para, segundo se espera, completar o primeiro funcionamento estático de uma Starship de classe orbital. Como a SpaceX começou a fazer com os foguetes Falcon, as futuras Starship já comprovadas em vôo podem, eventualmente, ser capazes de ‘pular’ testes de ignição estática de pré-vôo, mas é virtualmente garantido que a SpaceX ainda fará o teste de Starship e SuperHeavy antes dos voos até que as naves, seus boosters e Raptors terem experiência de voo substancial. Para garantir um teste de fidelidade total, esses testes estáticos sempre terão que qualificar todos os motores instalados. Isso inclui a Starship, que foi projetada para acender seus Raptors de nível do mar e os otimizados para vácuo, desde a separação do primeiro estágio SuperHeavy até a entrada em órbita.

Em aceleração total, dependendo da eficiência de seus três RVacs ao nível do mar, os seis motores Raptor V1.0 do Starship S20 poderiam produzir cerca de 1.100 toneladas-força (cerca de 2,4M de libras-força) de empuxo. Em comparação, o foguete Falcon 9 produz cerca de 760 toneladas (cerca de 1,7M lbf) na decolagem, o que significa que a nave espacial provavelmente se tornará o estágio superior de bloco único mais poderoso que a empresa já testou, mesmo que nunca acelere acima de 70%.

Há uma boa chance de que a SpaceX comece a próxima rodada de testes da nave 20 acionando separadamente os dois conjuntos de três motores Raptor Center e Vacuum ou com um teste misto de três ou quatro motores para seguir o último teste de dois motores. A SpaceX também pode adotar a abordagem de testar três, quatro e cinco motores por vez antes do teste final de seis motores. Independentemente disso, virtualmente todos os testes de ignição estáticos possíveis que o protótipo 20 está agora configurado para executar serão os ‘primeiros’ de alguma forma. O primeiro desses testes tem seus preparativos podendo começar às 10:00 CDT (15:00 UTC – 13:00 Brasília) do dia 1º de novembro.

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