Astra tem sucesso em seu voo LV0007

Foguete da empresa privada lançou carga de teste do Departamento de Defesa

O Astra Rocket
Zona de exclusão

O novo pequeno lançador de satélite, o Astra Rocket 3.4 colocou seu estágio superior em órbita sendo catalogado como “2021-108A”. O veículo Rocket 3.3, com o número de série LV0007, decolou às 01:16 da manhã, hora leste, do Pacific Spaceport Complex Alaska na Ilha de Kodiak. O foguete adiou uma tentativa de lançamento no dia anterior após mais de duas horas de atrasos. O vôo correu conforme o planejado, com o primeiro estágio disparando por cerca de três minutos. O estágio superior então se separou e disparou seu motor por aproximadamente cinco minutos e meio, injetando o estágio em uma órbita de cerca de 500 quilômetros de altura. O foguete pertencente a Astra Space americana, e propoe-se ser capaz de lançamento responsivo de vários locais e disparo em curto prazo.
O Astra, simplesmente chamado “Rocket” (foguete) 3.3 em sua versão atual, tem dois estágios, funciona a querosene de grau de foguete e oxigenio líquido e tem cinco motores Delphin produzindo 14,741.7 kgf de empuxo na decolagem e um segundo estágio bi-propelente de querosene /LOX com um motor Aesthus com 335.6 kgf de empuxo.

Decolagem de Kodiak

As luzes de confirmação da carga útil acenderam-se entre T + 8: 59 e T + 9: 00. O veículo carregou o conjunto de instrumentos do programa de Teste Espacial, denominado STP-S27AD2, para medir as características do vôo em órbita. O terceiro estágio do foguete entrou em órbita sendo designado internacionalmente 49494 / 2021-108A, e agora é rastreado nos seguintes parâmetros : semieixo maior (km) 6851, excentricidade 0,0050; perigeu (km) 438; apogeu (km) 507; período (min) 94,05; inclinação (°) 86,01 e ω (°) de 289.

Segundo estágio

O lançamento carregou uma carga útil para o Programa de Teste Espacial denominada STP-27AD2, através de um contrato da Força Espacial dos EUA por meio de sua Unidade de Inovação de Defesa. A carga útil, projetada para medir as condições ambientais do veículo em vôo, intencionalmente não se separou do estágio superior. Esta foi a quarta tentativa do Astra de fazer órbita. A anterior, em 28 de agosto, falhou quando um dos cinco motores Delphin do primeiro estágio desligou um segundo após a decolagem. A empresa atribuiu a falha ao sistema de desconexão rápida para linhas de propelente que vazaram combustível, que se inflamou no espaço entre o foguete e a plataforma de lançamento, cortando a conexão com os componentes eletrônicos que controlavam a bomba de combustível do motor. Duas outras tentativas no ano passado também não conseguiram alcançar a órbita. A segunda deles, em dezembro de 2020, quase atingiu o objetivo. O estágio superior ficou sem propelente segundos antes de seu desligamento planejado, deixando-o cerca de 0,5 quilômetros por segundo abaixo da velocidade orbital.

Trajetória plotada em mapa

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